Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 15 de maio de 2018

No rescaldo do Festival Eurovisão da Canção 2018

Quando a minha música e actuação preferidas são assim:



Mas a música que ganha é esta:




Se vamos pelo pop, eu até consideraria estas:







Ou esta wild card:



Mas pronto, ganhou uma música que continha inglês e um idioma mais universal, compreendido nos quatro cantos do mundo: o cacarejo de Netta na música Toy. Pode ser que as galinhas gostem e decidam começar a falar humanês para finalmente responderem à eterna pergunta sobre a origem da sua espécie: veio primeiro o ovo ou a galinha? Já agora, deixo aqui a tradução da letra da música vencedora como descrita no site Hiper FM. Aposto que os mais aclamados poetas portugueses se regozijaram no além com tamanho lirismo.

"Olha para mim, sou uma criatura linda
Não me importo com a tua pregação moderna
Sejam bem-vindos meninos, barulho de mais, vou ensinar-lhes
Pám pám pá hu, turrám pám pá hu

Ei, acho que te esqueceste de como jogar
O meu urso de peluche está a fugir
A Barbie tem algo a dizer
Hey

Ei! O meu rei manda que me deixes em paz
Levo o meu Pikachu para casa
És estúpido, como o teu smartphone

Mulher Maravilha, nunca te esqueças
De que és divina e ele está prestes a arrepender-se
É um rapaz có-có-có-có, có-có-có-có
Có-có-có-có, có-có-có-có
Não sou o teu có-có-có-có, có-có-có-có

Não sou o teu brinquedo (o teu brinquedo, não)
Rapaz estúpido (rapaz estúpido)
Agora vou derrubar-te, fazer-te assistir
A dançar com as minhas bonecas ao ritmo do c…alho
Não sou o teu brinquedo (cululi, cululu)

Nã-nã-nã-não sou boneca
Nã-nã-nã-não sou boneca

(Cululi, cululu) Sinos de casamento a tocar
(Cululi, cululu) Homens do dinheiro bling-bling
Não me importo com o teu dinheiro, rapaz
Pám pám pá hu, turrám pám pá hu

Mulher Maravilha, nunca te esqueças
De que és divina e ele está prestes a arrepender-se
É um rapaz có-có-có-có, có-có-có-có
Có-có-có-có, có-có-có-có
Não sou o teu có-có-có-có, có-có-có-có."

Vanessa

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Os cães azuis de Bombaim

Segundo várias notícias, desde 11 de Agosto têm-se avistado cães com uma tonalidade azul em Bombaim, na Índia. Alegadamente, a culpa é de uma fábrica de detergentes que despeja no rio Kasadi, frequentado por animais de rua, os resíduos da sua produção. O que inclui corante azul. Atentem à ironia de uma empresa que fabrica produtos de limpeza a sujar um rio e a manchar literalmente a sua própria reputação.



A área em questão, o complexo industrial de Taloja, é habitada por 977 fábricas de produtos químicos, farmacêuticos e alimentares, segundo a organização sem fins lucrativos Watchdog Foundation. A fábrica em questão foi encerrada pelas autoridades e os cães foram analisados pela autoridade protectora dos animais de Mumbai, segundo a qual dois banhos foram suficientes para o corante azul sair e os cães estão aparentemente saudáveis, depois de analisados os níveis de toxicidade do seu pêlo e o seu estado de saúde em geral.

Estima-se que existam 30 milhões de cães na Índia e que mais de metade sejam cães de rua. Em Maio o governo indiano aprovou uma série de leis que protegem vários animais domésticos ou vadios.

Devíamos agradecer a estes cães por lançarem um alerta importante para os indianos e para o resto do mundo ao porem a sua própria pele inadvertidamente em risco. Agora o desafio é outro. O fecho de uma fábrica na Índia pode ter consequências mais graves do que aqui, porque as fábricas funcionam graças a pessoas que delas dependem e muito, e além disso o fecho apenas desta com certeza não será suficiente para reverter os dados de 977 entidades tão perto de uma fonte de água, quer lá despejem directamente resíduos ou não.

Este é um problema com raízes profundas com vários culpados, incluindo o Ocidente. Não esqueçamos que é do outro lado do mundo que se produzem muitos dos bens de consumo daqui, precisamente porque o preço a pagar, literal e metaforicamente, é aparentemente mais baixo para nós. Apenas aparentemente. Afinal de contas, qualquer catástrofe natural ou de origem humana em qualquer parte do mundo... aliás, o mero bater de asas de uma borboleta seja onde for pode ter consequências sérias a quilómetros de distância, diz a Teoria do Caos. Hoje são os cães azuis, que felizmente em princípio são protagonistas de uma história com final feliz.

Mas amanhã o que será?

Vanessa

sexta-feira, 12 de maio de 2017

terça-feira, 18 de abril de 2017

Recomendações | Três documentários de ver e chorar por menos

Uma das coisas que mais gosto de fazer nos tempos livres é ver documentários. Nem sempre são super informativos até porque alguns são apenas para satisfazer curiosidade mórbida, mas acabo sempre por aprender algo novo. Decidi então partilhar aqui parte do que tenho visto. Estão é todos em inglês. Sorry.

Começo por uma série de documentários que a Al Jazeera colocou no YouTube já há algum tempo, mas os seis episódios perfazem quase cinco horas, por isso demorei uns dois meses até acabar de ver. Trata-se de uma série chamada The Slum que retrata favelas nas Filipinas. Não é recomendado para os fracos de estômago. Deixo-vos com o primeiro episódio para ver se vos interessa. Depois o YouTube recomenda os seguintes.



Real Stories é o nome de um canal no YouTube com documentários britânicos. Normalmente cada documentário retrata um ou vários casos a tocar o bizarro, desde um homem cuja memória dura sete segundos, uma doença que faz com que as pessoas estejam sempre esganadas de fome, e até assassinos em série, perturbações mentais, vícios, e muito mais. O último que vi chama-se Poor Kids e mostra uma série de crianças pobres a falar sobre pobreza e sobre a sua condição em particular. Tudo miúdos espertos neste documentário triste.



Os documentários do canal canadiano The Fifth Estate no YouTube mostram mistérios, controvérsias, casos de vida. Este documentário em particular, Cross Lake: "This Is Where I Live", conta as histórias de jovens habitantes descendentes de indígenas de Cross Lake, na província de Manitoba, no Canadá, onde mais de 140 jovens tentaram suicidar-se no Inverno de 2016, o que colocou a província em estado de alerta. Este documentário mostra um ano de filmagens com alguns dos protagonistas destas histórias.



Não me apercebi de que só tenho visto documentários em inglês e de que são todos deprimentes. Acabei por mudar o título deste post por causa disso. Queria ver menos, muito menos coisas assim, mas prefiro ver e conhecer estas realidades a permanecer na ignorância e entregue ao sentimento de legitimidade que às vezes se sente, como se as nossas vidas já não fossem melhores do que muitas outras como estas que aqui mostrei.

Vanessa

sábado, 8 de abril de 2017

Samuel L. Jackson Says It Best

Working in transcription sometimes make me wonder whether I’m too demanding or critical of other people, especially those who are supposedly professionals working in communication roles, but then I’m sure I’m not. It’s come to the point where a reasonable interview is a unicorn. Most interviewers I transcribe do one or more of the following: not preparing questions in advance and therefore make a fool of themselves while stumbling on words; not listening while the interviewee is speaker either by continuing to ask questions previously answered or speaking over the poor person; make all sorts of noises right next to the recorder and drowning all the content, including pens clicking, crumbling food wrapping and/or eating, tapping their fingers.

Most important of all: not speaking properly. It makes me think the recorder has special powers and renders people speechless when turned on. But here, Samuel L. Jackson says it best:



Vanessa

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Pepsi, mas que raio?!

Não sei se viram o último anúncio da Pepsi com Kendall Jenner, mas eu vi e não gostei. A Pepsi usou como temática os protestos que temos vindo a ver nas notícias, juntou-lhe uma Kendall Jenner e umas latas de Pepsi, algumas caras e cartazes genéricos, e depois um momento icónico com a Kendall Jenner a oferecer a bebida a um polícia. O anúncio parece caricaturar questões modernas importantes e quase chega a parecer uma sátira, como se a resolução de um dos problemas em cima da mesa fosse tão simples como beber um refrigerante.

Eu que sou fã de Pepsi fiquei desiludida. Sem conhecer a equipa por detrás do anúncio, arrisco dizer que um dos problemas que os protestos representam na vida real é a falta de igualdade racial, o que ficou comprovado porque com certeza não deve haver um único negro(a) na equipa de marketing que criou esta publicidade. 

Por falar nisso, não há nenhuma mulher negra no anúncio senão aquela que está a fazer de assistente de Kendall Jenner na sua sessão fotográfica fictícia, a mesma que depois leva com a peruca loira que a modelo atira para trás para ir protestar. E por falar em protestar, o que pode uma socialite ter para protestar? Ainda para mais uma celebridade que apenas o é porque uma das irmãs saltou para a ribalta devido a uma indiscrição e que nunca antes se tinha pronunciado acerca de protesto algum? Se houvesse pior pessoa para representar uma geração e suas angústias, a Pepsi tê-la-ia escolhido, com certeza. Foi essa a impressão com que fiquei da marca.

Já agora, para quem não viu:



Vanessa

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Moana é a minha segunda heroína preferida da Disney




A primeira continua a ser a Mulan, mas Moana não lhe fica atrás. 

Nunca me identifiquei muito com a Jasmine, apesar de ser a mais próxima da minha etnia. Com isto já há três heroínas que não são a típica donzela (branca) que é salva por um príncipe e vive feliz (casada) para sempre. 

Quando era pequena não havia muitos desenhos animados com que me identificasse. X-Men era a única banda desenhada com efeito catártico para mim, porque retratava preconceito e racismo de forma abrangente.

Agora há mais diversidade, mas ainda não a suficiente. Passo pelos canais de desenhos animados e quase não vejo outras raças que não a caucasiana representada. Passo pelo corredor dos brinquedos e é o mesmo.

De todas as donzelas da Disney, Moana (ou Vaiana, em português) é a mais parecida fisicamente comigo (bem queria parecer a Jasmine, mas não deu) e a segunda que mais representa valores com que me identifico.

Gosto de como criaram uma personagem forte, de braços trabalhadores e tornozelos que parecem inchados, de como a mostram a trabalhar na aldeia, a apanhar cocos, e dos conflitos por que passa.

A Mulan sempre foi o meu ideal, especialmente porque a mensagem do filme é particularmente forte por se passar num país onde até há pouco tempo ter uma filha mulher era um fardo. Mas saúdo a Disney por ter criado outra personagem com carácter e ambição que vão além da busca pelo príncipe encantado.

Vanessa

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Tentem não sorrir

Desafio-vos.



Quem quiser boa-disposição durante 10 horas, há um loop disto no YouTube. Avisem-me que eu partilho.

Boa semana.

Vanessa

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Robot 'Spy Otter' Makes New Friends

Go ahead, take a break from your day to watch this video. It's worth it.



Vanessa

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Pérolas da série Navegantes da Lua

Sailor Moon ou Navegantes da Lua era um dos meus desenhos animados preferidos, mas o que tenho da série são apenas memórias. Há pouco tempo apanhei este vídeo no YouTube e decidir espreitar. Acabei por me rir à gargalhada, primeiro porque não me lembrava de nada disto e segundo pela compreensão que a idade me faz ter sobre algumas das tiradas da equipa de dobragem. Há cenas hilariantes. Ora vejam:



Vanessa

terça-feira, 29 de novembro de 2016

How to defend yourself against misleading statistics in the news | Sanne Blauw | TEDxMaastricht




Too long, didn't see | Beware of:
1. Good looking graphs;
2. Polluted polls;
3. Overconfident decimal points;
4. The spectacular statistics;
5. Cocky correlations.

Vanessa

terça-feira, 15 de novembro de 2016

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Piper Disney Pixar 1080p

Tão bom. Nota: o vídeo deixou de estar disponível em todo o lado. Fica aqui temporariamente o trailer.



Vanessa

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ghostbusters 2016 e a jogada suja da Sony Pictures



O filme Caça-Fantasmas ou Ghostbusters de 2016, realizado por Paul Feig, é uma mistura de remake e reboot do êxito de bilheteiras da década de 80 do século passado com quatro mulheres como protagonistas numa altura em que remakes e reboots estão na moda e o feminismo e o anti-feminismo também. 

Começo por dizer que o filme é mauzinho. Atenção que o digo sem reservas. A qualidade de um filme não se mede apenas pelo elenco e desgostar de um filme com tantas mulheres não quer dizer que seja uma pessoa misógina. Eu até sou mulher. O filme é mauzinho e pronto. Confesso que foi melhor do que pensei que seria, mas não deixou de ser uma desilusão. Faltou-lhe muitas coisinhas para ser bom.

A maioria das piadas não teve piada. Os homens deste filme são a) burros que dói; b) arrogantes; c) burros e arrogantes. As mulheres são meras caricaturas. Há a cientista de física quântica (que nunca comprovou as suas habilidades) peculiar e púdica; há a cientista louca que constrói armas mortíferas; há a cientista gordinha que nunca fez nada de especial mas bem-humorada; há a negra que parece um estereótipo.

Há cenas de outros trailer que não apareceram no filme. Há piadas demasiado fáceis e humor físico que chega a cansar. Sim, já sabemos, os fantasmas deitam gosma. Sim, já percebemos, o vosso recepcionasta é tão atraente quanto burro. Há também pequenos críticas à sociedade. Por exemplo, o preço das rendas das casas. SPOILER. Não deixa de ser estúpido que um grupo de cientistas depois decida usar dinheiro público para alugar um edifício de que gostaram muito. "Ah, isto é muito caro. Mas se forem os outros a pagar, está bem."

Os efeitos especiais, para um filme de 2016, deixaram a desejar. Percebo que talvez tenham tentado imitar os filmes originais, com espíritos feitos de ectoplasma e cores fluorescentes. Contudo, o principal problema deste filme é guiar-se pelo original em vez de ser... original. Se o filme se tivesse separado dos anteriores e criado um enredo inédito, com uma visão fresca, teria sido bem melhor. Agora assim, foi apenas mais um falhanço.

Não há qualquer reconhecimento pelos eventos dos filmes anteriores, mas há cenas (e aparições) que são certamente homenagens aos Caça-Fantasmas e chegam a copiar elementos, inclusivamente o logótipo do original. Daí que tenha apelidado o filme de remake (filme refeito) e reboot (estória original recomeçada).

O trailer que coloquei aqui teve uma quantidade recorde de desgostos (mais de um milhão) e comentários negativos, alguns dos quais alegadamente apagados pela Sony. Numa manobra de marketing sem precedentes, o filme foi caracterizado como feminista nos meios de comunicação social.

Pegando nalguns dos comentários negativos de fãs dos originais, a Sony Pictures alegadamente fez crer que foi o facto de as protagonistas serem mulheres que originou o negativismo. Não sei como, vários meios de comunicação foram por aí. Por exemplo, o Washington Post: People hate the ‘Ghostbusters’ trailer, and yes, it’s because it stars women (diz o título, As pessoas odeiam o trailer de Ghostbusters e sim, é porque é protagonizado por mulheres), e o Metro britânico: Why does the internet hate the new all-female Ghostbusters? (diz o título, Por que razão a internet detesta o novo e todo feminino Ghostbusters?). Há imensos outros exemplos.

É uma jogada suja para arrecadar lucros de bilheteira com mais um dos remakes, coisa que está tão na moda fazer. Vários outros meios de comunicação apelaram a que se fosse ver o filme como forma de defender a imagem das mulheres e lutar contra o sexismo. Está mais do que claro que o objectivo das produtoras de cinema é fazer render. A maioria dos remakes são preguiçosos e só conseguem fazer que com que voltemos a adorar os originais. Este é um exemplo disso. Mas não é por ser protagonizado por mulheres.


Vanessa

sábado, 8 de outubro de 2016

Robert De Niro's Message to Donald Trump

In case you missed it, Robert De Niro recorded quite the message for Donald Trump and he states what probably many people think about the candidate. Except that he's De Niro and his impact is much greater.



I bet Trump will be like, "Are you talking to me?" Sorry. Too soon?

Vanessa

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cherry nas Festas do Mar 2016 em Cascais

Festas do Mar apresenta-se como o único festival de Verão gratuito em Portugal e arranca no dia 19 de Agosto na Baía de Cascais. Este ano actuam nomes como Mariza e Cuca Roseta, Expensive Soul, Xutos e Pontapés, Azeitonas e Maria Gadú. A arrancar a edição de 2016 das Festas do Mar estará em palco a Cherry, que venho por este meio recomendar. O concerto da Cherry começa às 20.30h no dia 19 de Agosto. Mais informações aqui.



Vanessa

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Dias do fim

Até o mundo realmente acabar, existirão teorias novas com previsões tão próximas quanto esta sexta-feira, 29 de Julho. Sim, há uma profecia que indica que os pólos magnéticos se vão inverter e causar o apocalipse antes do próximo fim-de-semana. A NASA já esclareceu que é provável que não. Tenho as minhas dúvidas, mas fico satisfeita porque já tinha começado a fazer planos para sábado e domingo.

Um dos meus passatempos é seguir teorias da conspiração. Tal como o fim do mundo, as teorias da conspiração incidem sobre eventos e pessoas que podem ou não existir, mas que por serem tão rodeados de improbabilidades se tornam alvo de chacota. Acontece que pelo meio dos factos mais peculiares, pode estar uma verdade escondida, que acaba por ficar submersa devido aos extremismos.

O fim do mundo, por se inserir na categoria de teoria da conspiração, acaba por já não ser levado a sério, especialmente depois do grande susto da viragem do ano de 1999 para 2000 e da célebre frase "de 2000 não passarás". Depois disso e com tantas novas provisões, torna-se difícil de acreditar que o apocalipse possa chegar antes do sol morrer, que isso é o dado mais certo que temos até ao momento.

Posto isto, creio que de cada vez que há ataques a humanidade morre um pouco. O medo tem tomado conta das redes sociais. Quase parece que de cada vez que abro um site de notícias há um novo atentado à humanidade. Digo isto porque de cada vez que há mortos nalgum ponto do planeta, todos morremos um bocadinho.

A solução? A minha é fazermos todos um pouco muito disto:


Vanessa

sexta-feira, 22 de julho de 2016