quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Arco da Rua Augusta e Praça do Comércio em Lisboa

Baixa de Lisboa. Quarteirões geométricos e largos. Pormenores arquitectónicos recortados na pedra. A correria moderna a par e passo com uma herança histórica fundada a partir do terramoto de 1755.

Lisboa é bonita de se ver. Deixa-se fotografar. Uma das minhas zonas preferidas de Lisboa é a Praça do Comércio. Logo a seguir, a Ribeira das Naus. São locais cuidados. Renovados. Acompanharam os tempos ao mesmo tempo que permaneceram no passado, com o Tejo como testemunha. São símbolos. São emblemas.

Há tempos visitei o Arco da Rua Augusta, mesmo em frente à Praça do Comércio. Mais vezes olhei para o Arco durante os espectáculos de mapeamento de vídeo, confesso. Mas depois de subir ao topo e ver Lisboa de cima, passei a prezá-lo mais. Nesse dia, tirei algumas fotos. Nunca Lisboa me pareceu tão bonita.
Esta imagem estava a caminho do miradouro do Arco da Rua Augusta.

P.S.: Quem quiser, pode fazer uma visita virtual aqui.

Vanessa

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Angel Hair And Aliens In Portugal

Similar to a jelly-made cobweb, angel hair is a supposedly natural substance that descends from the skies, and coincides with reported sightings of religious figures such as the Virgin Mary. However, angel hair is also linked with UFO activity and believed to be a kind of natural material released by spaceships. 

There is not much information on angel hair, because it usually evaporates within a short amount of time, just like the alleged and reported apparitions. There is one reported case of angel hair in Portugal.

A LIVING ORGANISM
According to many news, on November 2, 1959, the Portuguese city of Évora, was visited by two round flying objects, one of them being very bright and incredibly fast. They moved around the city, with abrupt movements and spread light like the sun. But they spread something else too. 

During the mysterious visit, the city was showered with a viscous and light, white and stringy substance: angel hair, also known as "fibralvina". Some of the witnesses say it was falling from the UFO's.

The gelatinous material, that fell for almost four hours, was collected by scientists Lisbon's University. The analysis showed it was made out of fibers, similar to hair when seen under the microscope, and it was composed of well-known elements, such as oxygen, calcium and sodium. 

However, some of the samples contained something that was not so vegetal-like. 

It was reported as a foreign organism, composed of just one cell, that had a rounded nucleus and 10 tentacles coming out of it, and each of those had what seemed to be three tiny fingers. If you look for images of it, it looks eerie. One has to wonder if they are real.

MIRACLE OF THE SUN
The Virgin Mary allegedly appeared to three children who were shepherds at Fátima, in Portugal, and predicted a series of events, when appearing on the thirteenth day of six months in 1917. 

One of the predictions was the so-called Miracle of the Sun, that actually happened on October 13, 1917. About 100 thousand people witnessed the so-called miracle of what could be called a dancing solar mixed with an eclipse ,and many newspapers reported this.

The event coincided with UFO reports around the area and the fall of angel hair, that witnesses described as light, white petals that would disappear as soon as they touched the ground.

Many alien theorists have been pointing out that this miracle is one big case of extraterrestrial beings visiting Portugal and their spaceship blocking the sun and causing optical illusions. 

Fátima is the place in Portugal with the biggest amount of reported cases of "fibralviva" being seen. It happened on the 13th day of September of 1917, on the 13th of May of 1918, 1923 and 1924. 

Sources: Portuguese newspaper descriptions,some random Google research and witnesses relating the events on several Portuguese documentaries on the History Channel.

Note: Post previously published on the deceased Bubblews website and slightly edited for this blog.

Vanessa

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cortar no açúcar: vamos a isso?

Já repararam que a maioria das embalagens de cereais contêm uma espécie de sobremesa e não pequenos-almoços? Se não repararam, andam distraídos. Ou já estão drogados pelos sacarídeos.

Quando se começa a ler os rótulos dos produtos, fica-se abismado com a quantidade de nomes de difícil pronúncia e também com a quantidade de açúcar, quando se conhece todos os seus sinónimos. Há imensos.

Comecei a ter cuidado com a ingestão de açúcar depois de ler alguns estudos sobre a influência dos sacarídeos em certos tipos de doenças oncológicas e depois de me aperceber de que as papilas gustativas são muito facilmente treinadas. Mais difícil é o cérebro passar pelo período de abstinência, mas isso passa rápido.

O primeiro passo foi cortar no açúcar branco. A maior fonte de consumo, no meu caso, era o café e o chá. Foi aí que fui reduzindo a quantidade. Nunca coloquei um pacote inteiro de açúcar na bica, mas de metade passei a colocar cada vez menos até deixar de colocar e trazer para casa as saquetas. O resultado num mês:

As papilas gustativas renovam-se entre 10 dias a duas semanas. Primeiro estranham, mas depois habituam-se de tal forma que não conseguem voltar a apreciar o açúcar, se gostarem mesmo da bebida na qual o colocam. E eu não acredito que quem coloca açúcar no café goste mesmo de café. É um preconceito meu. Também não acredito que quem gosta de chocolate goste de cacau ou que quem enche uma salada de maionese goste de salada.

Esta semana, enfrentei o último desafio ao palato: iogurte natural. Nunca me imaginei a comer iogurte sem adicionar algo doce, mas como não havia mel em casa, adicionei umas sementes e frutos secos e decidi saltar a típica colher de mel. Não custou quase nada e aprendi que gosto mesmo de iogurte.

O segundo passo para cortar a quantidade de açúcar que ingeria foi aprender a reconhecê-lo nos rótulos. É que este diabinho tem várias caras. Açúcar pode ser xarope de glicose ou xarope de açúcar invertido; glucose, maltose, lactose, frutose, dextrose e maltodextrina. Estão aqui listados açúcares puros e também substâncias que no corpo são sinónimo de açúcar mesmo que na prática não o sejam. Aí reside o grande problema.

O nosso corpo adora açúcar, porque açúcar é energia. Há pessoas que não gostam de picante, de ácido, de gorduroso. Mas conhecem alguém que não goste de doce? É raro.

Se não usarmos o cérebro para tomar decisões, o corpo está em permanente estado de suspeita. Para ele, é preciso armazenar para alguma eventualidade. Que camelo. Mas ele não tem culpa que uns 80% dos produtos do supermercado tenham açúcares adicionados. E não tem culpa das nossas más escolhas.

O terceiro passo foi perceber em que alturas dá vontade um docinho. O açúcar vicia facilmente e dá-nos uma dose instantânea de ânimo que procuramos em certas alturas da vida. Mas os períodos de ausência de açúcar causam ali uma depressãozinha também. Quando as papilas gustativas estão habituadas ao sabor dos alimentos e das bebidas sem o açúcar, quando nos apetece algo doce não é raro as razões serem emocionais.

O cérebro é extremamente eficiente em pensar nas alternativas mais fáceis e rápidas de obter o que precisa. Nós é que temos de ter consciência sobre o que escolhemos ingerir e sobre o tipo de lacuna que queremos eliminar. O buraco emocional não é preenchido por chocolate ou por gelado. O açúcar mascara-se de salvador da pátria, mas depois vai-se a ver e ainda há crise. Crise e a tal depressãozinha pós açúcar.

Se depois disto ainda vos apetece algo doce, deixo-vos com algumas fotos sugestivas que tirei com o telemóvel numa altura em que fartava-me de fotografar imagens para usar em artigos. São alternativas (mais) saudáveis (do que uma bola de berlim) ao bichinho, para que não deixem que ele vos consuma.
Fruta fresca.

A minha preferência são estas embalagens de coco já cortado que os supermercados têm na área dos produtos frescos. As lojas Celeiros também têm umas lascas de coco tostadas que são óptimas.

Fruta desidratada ou a fazer de batatas fritas. Agora está na moda.

Frutos secos mais doces como figos, passas, papaia, manga. Até aloe vera já vi.

Em vez de sobremesa, um iogurte natural com um pouco de mel, muesli ou fruta.

Um bolinho saudável de vez em quando, de preferência feito por vocês e com menos açúcar do que a receita. O Celeiro também tem uns bolos à fatia, que não sendo a coisa mais saudável do mundo, até são bons.

O sushi do mais tradicional, isto é, sem aqueles molhos todos e toppings fritos, com o seu arroz adocicado, até mata o desejo. Se tiver abacate e outras frutas, sementes de sésamo e frutos secos, melhor.

Saladas com muita textura e fruta misturada.

Outros: castanhas e batata doce, chocolate negro com mais de 70% de cacau, gelatina, usar canela como condimento, fazer um chá com um pouco de mel ou água aromatizada.

Vanessa

Cherry nas Festas do Mar 2016 em Cascais

Festas do Mar apresenta-se como o único festival de Verão gratuito em Portugal e arranca no dia 19 de Agosto na Baía de Cascais. Este ano actuam nomes como Mariza e Cuca Roseta, Expensive Soul, Xutos e Pontapés, Azeitonas e Maria Gadú. A arrancar a edição de 2016 das Festas do Mar estará em palco a Cherry, que venho por este meio recomendar. O concerto da Cherry começa às 20.30h no dia 19 de Agosto. Mais informações aqui.



Vanessa

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Está tudo mal

O que têm em comum um vegano, um adepto do ginásio e uma pessoa indignada? Todos expressam a sua opinião mesmo que não é solicitada*. Na internet então, é vê-los a escrever copiosamente sobre os seus assuntos preferidos. É uma generalização injusta para os que deixam as suas escolhas de vida para si próprios ou que as explicam quando são questionados, mas como mostram os preconceitos em relação a religiões como o islamismo, a opinião pública adora tomar a parte pelo todo. Porque está tudo mal.

O mundo está mal, o governo está mal, a sociedade está mal, a humanidade está mal. Quem consome produtos animais está mal, quem é sedentário está mal, e A, B e C estão mal. Pergunto-me se teremos aprendido a ser assim com o jornalismo, onde (parece) corre(r) o princípio de que "No news is good news", que é como quem diz "Se é notícia não pode ser bom". Convenhamos, não é preciso analisar profundamente visualizações para chegar à conclusão de que o dramático, o trágico, o sinistro e o peculiar atraem mais atenção.

De onde vem tanto pessimismo não sei, mas parece-me muito mais fácil pensar no que está mal do que no que está bem. Imaginem receber vários elogios e uma ou duas críticas. No que é que se vão focar? Eu cá ficava a pensar nas críticas. Pensar não é o termo correcto. Eu ficava a remoer as críticas.

É por um conjunto de factores, mas principalmente o meu próprio desenvolvimento pessoal e a educação. Sempre fui ensinada, na escola, que podia e devia ser a melhor. Que podia ser o que quisesse. É natural que depois quando o mundo mostra o contrário uma pessoa fica aborrecida. É como quando o governo nos incita a adquirir propriedades com mais exposição solar para que sejamos cidadãos mais eficientes e poupados, e depois se fala na possibilidade de um imposto para as casas com mais exposição solar.

Mas isto não é um aspecto da minha geração. Que eu saiba, os idosos que se juntam nos bancos de jardim não andam por lá a apregoar tudo de bom que se passa no mundo, pois não? Eu até diria que eles se juntam precisamente para falar sobre o que está mal. Ou pior. No tempo deles não havia isto ou aquilo.

Serve tudo isto para dizer que isto de estar tudo mal só nos faz é mal. Já ouviram a expressão: "Se estás mal, muda-te"? Se achamos que está tudo mal, mudamo-nos para onde? Já viram a complicação?

Das duas uma. Ou se muda o ponto de vista ou se muda o sujeito, mas do lado de dentro. Ora experimentem. Para cada coisa que pensem que está mal, tentem encontrar uma que está bem ou melhor. Ao menos assim há algum equilíbrio interior. A coisa não pende só para um lado. Se precisarem de ajuda, escrevam aqui nos comentários. Sejam pessimistas à vontade. Eu encontro um contra-argumento para vocês.

Eu podia ir mais longe e dizer que devíamos mudar aquilo que pensamos que está mal e que devíamos fazê-lo na nossa casa ou no nosso bairro, mas isso já é um abuso. É muito mais fácil escrever e ficarmo-nos por aí.

Vanessa

*Sim, sei perfeitamente que estou a fazer o mesmo, mas não é para isso que os blogues servem? As pessoas visitam activamente um blogue. Já deviam saber ao que vêm. Não é o mesmo que estar numa rede social e levar com opiniões não solicitadas entre um vídeo de gatinhos e uma notícia deprimente. Estou a ser ultra-defensiva, mas é mais para mim do que para vocês. Ainda é cedo para ter haters e trolls aqui.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Somatório escaldado

A única coisa que arde sem se ver é o amor.
Chega o Verão e os incêndios já são tradição.
As televisões mostram tudo com fervor.
E começam a atirar-se culpas sem perdão.

Agosto é mês de fogos e sempre foi assim.
Agora é que nos lembramos de limpar o capim.
Dantes era mais fácil, pastavam lá os animais.

Mas a agricultura anda pela hora da morte.
Persistem práticas de negligência todo o ano.
Lembramo-nos agora que não é uma questão de sorte.
E que calor e falta de prevenção têm efeito profano.

Menos show off e mais senso comum ajudavam.
Mas mostrar meios de combate é que dá visibilidade.

As culpas atiram achas para a fogueira.
Do negócio dos fogos já se falou.
Façamos o rescaldo do fogo na Madeira.
Não de quanto tudo isto custou.

O que custa agora é ver tanto queimado.
É saber que nunca há fundos para o que é preciso.
Haja esperança por este país mal estimado
Que tem tanto para ser um paraíso.

Obrigado aos que estão na linha da frente.
Obrigado a todos os que têm ajudado.
O vosso esforço é comovente.
E que seja recompensado.

Para os distraídos, chamada de atenção.
Estas rimas não são só entretenimento.
Reparem nos links, têm intenção.
Vão dar a artigos com mais cabimento.

Vanessa

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Feira de Artesanato do Estoril 2016

Se há coisa com que podemos contar em qualquer evento português é boa comida e boa bebida. Há muito que a Fiartil ou Feira de Artesanato do Estoril 2016 é uma iniciativa que não só mostra artesanato português, como também cozinha portuguesa e de fusão. A entrada continua a custar 1 euro, como é hábito, e há uma agenda cheia para se escolher o dia conforme as preferências. Fiquem com algumas fotos:
@Doces & Sabores
@Doces & Sabores. Provei a bomboca de chocolate preto e cereja, chocolate branco e limão e chocolate branco e coco. Foi também aqui que tomei uma ginjinha em copo de chocolate.

@Doces & Sabores
@Tripa on Wheels
@Tripa on Wheels
@Tripa on Wheels
@Brownie's & Companhia
@Pão Regional de Santa Catarina
@Pão Regional de Santa Catarina
@Essência dos Sabores
@Chás, Cheiros e Sabores

Só para não dizerem que só fotografo comida, cá vão fotos de outras coisas:
@Mimos da Mena
@Mimos da Mena
@Sintonia Criativa
@Peace & Pieces
@N.º 67. Coisas pequerruchas.
@N.º 67
@N.º 67
@N.º 67
@N.º 67
@Carlos Vicente. Demorei-me por aqui. O artesão Carlos Vicente coloca dentro de garrafas e lâmpadas estádios, réplicas de barcos, navios, motas e pessoas. Disse-me que é preciso muita paciência, mas como parece ser de poucas palavras, por aí ficou. Não é preciso mais senão ver estas obras de arte.
@Carlos Vicente
@Carlos Vicente
@Carlos Vicente
@Carlos Vicente

Vanessa